Garantir a qualidade das habitações construídas pelo Estado é o compromisso
central do QUALIHAB, dentro do princípio de que a população de baixa
renda tem o direito a moradia de boa qualidade, durável e ampliável, para atender a
necessidade de crescimento da família.
Vinte e quatro entidades já aderiram e assinaram os acordos. Entre elas estão as que
representam os setores do cimento, cal, tubos e conexões de PVC, esquadrias
metálicas, blocos de concreto, blocos e telhas de cerâmica, para citar apenas
os produtos de maior incidência nas obras da Companhia, e diversas entidades de Engenharia
e Arquitetura, para desenvolver programas nos campos de Geotecnia, Fundações,
Topografia, Construção Civil e outros.
Isso significa que a qualidade do produto final da CDHU, a moradia popular, estará
garantida em todas as fases. Desde a concepção até a execução. Da prancheta ao
canteiro de obras. Das fundações à cobertura. Do tijolo ao azulejo.
Outro dado importante para o processo: a CDHU está exigindo em seus editais de
licitações que as empresas, cujos setores já possuam acordos setoriais da qualidade,
obedeçam aos programas setoriais e as normas técnicas e comprovem sua qualificação,
como condição para participar das concorrências.
O modelo desenvolvido em São Paulo está sendo adotado por outros Estados, e também pela
Secretaria do Planejamento do Governo Federal, através do PBQPH - Programas
Brasileiros de Qualidade e Produtividade - Habitat. E a Caixa Econômica Federal,
inspirada no programa, decidiu exigir, nos financiamentos habitacionais, certificação da
qualidade às empresas construtoras, medida que entrará em vigor em julho de 2001.
FONTE DE CONSULTA: Secretaria da Habitação / CDHU
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